Home Data de criação : 07/09/29 Última atualização : 10/01/12 20:01 / 287 Artigos publicados
 

A Estrela  (Reflexão) escrito em terça 12 janeiro 2010 20:01

“E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?  Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo" – Mateus 2:2.

A estrela está sempre brilhando.  Vê-la é sempre mais fácil do que interpretar o seu significado, entender para onde ela nos leva.  Vê-la, também, é uma decisão pessoal.   Os magos, apesar de não serem do povo de Deus, receberam uma direção para encontrar o Messias.   Não perderam o sinal que Deus havia providenciado.  Perder os sinais de Deus por falta de atenção é quase a mesma coisa que não receber a sua revelação.

Os magos tiveram uma revelação que os conduziu diretamente ao Messias.  A estrela que conduziu a Jesus pode muito bem simbolizar aquilo que tem guiado a nossa vida e para onde ela tem nos levado.

A estrela de Noé foi a sua comunhão com Deus (Gen. 6:8-9).  Foi guiado por ela todo o tempo, mesmo quando não havia o menor sinal de chuva, muito menos de dilúvio, Noé andava com Deus e isso o destacou entre os homens de sua geração. 

A estrela de Abraão foi a sua .  Através dela, saiu da sua terra, deixou a sua parentela e se dirigiu a uma terra, até então, desconhecida.  Pela fé, chegando ao lugar designado por Deus, juntamente com seu filho, achou ali um cordeiro que seria imolado em seu lugar.  Pela fé creu que, se preciso fosse, Deus ressuscitaria Isaque.

A estrela de José foi a sua retidão.  Ela o guiou enquanto era vendido pelos irmãos aos mercadores ismaelitas.   Na casa de Potifar, ela o livrou das armações da esposa do oficial de Faraó.  Na prisão teve revelações de Deus através de sonhos. O Senhor era com ele, e por isso, tudo o que ele fazia prosperava, a ponto de ser constituído governador sobre a terra do Egito. 

A estrela de Neemias foi a consciência de sua missão.  Não cedeu ao chamado de Sambalá e Gesém para descer ao Vale de Ono, escapando da armadilha do inimigo: “Estou fazendo grande obra, de modo que não poderei descer” – Neemias 6:1-3.  O pedido foi feito cinco vezes e a reposta foi sempre a mesma.

A estrela de Daniel foi a sua fidelidade ao Senhor.  Foi fiel na prisão quando, juntamente com seus amigos, se recusou a contaminar-se com as finas iguarias do rei.  Foi fiel em manter o seu culto e sua oração ao Senhor, mesmo correndo o risco de ser lançado na cova dos leões: “Três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” – Daniel 6:10.

A sociedade moderna tem sido guiada pelo consumismo, pela sensualidade, pelo ceticismo, pelo amor próprio.  O que tem guiado você?   A sua “estrela” o leva ao Messias, ou o distancia Dele?

Oswaldo Chirov
chirov@igrejadafamilia.org.br

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Meu Papai não é Noel  (Reflexão) escrito em segunda 04 janeiro 2010 15:19

“E não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.” – II Timóteo 4:14

O que é politicamente correto e o que não é?
Os tempos modernos são interessantes: fala-se muito, critica-se muito, sem se saber exatamente o que se está falando, ou o que se está criticando.
Os mesmos que atiram pedras desapiedadamente nas crenças, religiões, e em todo tipo de fé, sucumbem candidamente ao tédio anual: “o bom velhinho”


Desde quando intrusão é bondade?

Intrusão = Ação de se introduzir, sem direito ou por violência. Entrada ilegal sem convite. Usurpação, posse ilegal.
Natal diz respeito a nascimento.  Qualquer dicionário, por mais desatualizado que esteja, sabe disso.  Seja na nova ou na velha ortografia.  Natal, festa estabelecida para comemorar o nascimento de Jesus, sua encarnação nesta terra, Emanuel, Deus conosco, cedeu completamente o seu espaço a um velhinho de barbas brancas, que não nasceu, não morre, não tem origem, não terá fim.  No Natal deixa-se de comemorar o nascimento, para se comemorar alguém que não consta que tenha nascido.  Na Páscoa deixa-se de comemorar a morte e ressurreição para se comemorar a “fertilidade”.   Jesus está sendo substituído em ambos os casos: no Natal, por um velhinho de barbas brancas, na Páscoa, por um coelho.

Desde quando a usurpação dos atributos de Deus é bondade?

- Quem é este “bom velhinho” com o atributo da onisciência?

Conhece todas as crianças do mundo e sabe quais merecem ser presenteadas, e quais, de outra parte, devem ficar a ver navios porque não atingiram a nota máxima no quesito obediência.  Como pode alguém que é a encarnação na mentira deixar de recompensar uma criança porque mentiu para os pais em alguns momentos dos 365 dias passados.  Nesse aspecto nossos políticos são mais coerentes: quanto mais mentiras, mais recompensas.

- Quem é este “bom velhinho” com o atributo da onipresença?

Está em todas as casas deste nosso “pequeno” mundo na mesma noite.  Qual versão positiva do anjo da morte do Egito, não pune os desobedientes, presenteia os obedientes, sabe-se lá por qual critério. 

- Quem é este “bom velhinho” com o atributo divino da onipotência?

Convenhamos, voar pelos céus durante a noite num trenó puxado por renas não é para qualquer um.  Não há criptonita que agüente.  E não há o menor rumor, até o presente momento, de que o serviço esteja sendo terceirizado, ou um veículo mais moderno esteja em fase de licitação.   A Boeing e a Airbus, atrasadas que estão com o lançamento do 787 e do A380, agradecem de todo coração.
 
Desde quando enganação é bondade?

Papai Noel é a síntese do sistema da Nova Era, da anti-religião, da anti-fé. 
Síntese = Toda operação mental pela qual se constrói um sistema.
Ruas, lojas, bancos, praças, casas, árvores.  Lá está ele, inconfundível em sua roupa vermelha, onipresente.  Os homens brigam por futebol, por religião, por política, todo tema e toda corrente de pensamento apaixonam, geram disputas, causam dissensões.  Ele não.  Para ele convergem todas as religiões, todos os credos, todas as raças, todas as etnias.  Todos aqueles que têm a verdade, ou parte dela, não se incomodam de se curvar à sua mentira.

Mas a ilusão é sadia, dirão alguns, faz parte do imaginário infantil.   Sim, a fantasia faz parte do mundo infantil, diríamos, dos 8 aos 80 anos.  Até os adultos precisam dela.

O grande “porém” dessa história está no segundo item acima: a usurpação

O Super-homem, o Homem-aranha, os super heróis em geral, levam a criança a almejar os seus poderes e a querer imitar as suas qualidades. Fantasia pode até ser saudável quando não mata uma verdade e toma completamente o seu lugar. 

Se você convidar um grupo de 50 pessoas para o seu aniversário e durante a festa você for momentaneamente esquecido por causa do calor das conversas e das brincadeiras você achará isso normal; mas se até o fim da festa ninguém mais notar a sua presença, você for completamente desconsiderado, o “parabéns a você” for dirigido ao ursinho de pelúcia da sua filha e ao final da festa todos forem embora sem lhe dirigir a palavra, dificilmente você interpretará isso como uma brincadeira sadia ou uma fantasia sensata.

Essa unanimidade diante de uma figura folclórica em detrimento do Filho de Deus é ingenuamente interpretada como uma fantasia que não causa maiores danos, porém, o absurdo disso fica evidente no espírito natalino atual: procure nas revistas, jornais, rádio ou televisão uma única referência ao significado do nascimento e obra de Jesus.   A cada ano que passa fica mais difícil.  Isso num país que se orgulha de estar batendo na casa dos 35 milhões de evangélicos.

Você perceberá que a idolatria, tão disseminada no nosso país, chegou a um nível jamais imaginado: São Nicolau, não é apenas mais um santo católico, não intercede junto a Deus ou a Jesus, como seria de se esperar dos demais “santos”.  Ele, pacientemente, destronou Jesus, conseguiu tomar o seu lugar no Natal de uma forma quase absoluta.   E isso não é fantasia, não é ilusão, é uma constatação. 

- De onde vem você Papai-Noel?

- “De rodear a terra e de passear por ela. Vocês é que pensam que é só na noite de Natal!”

Oswaldo Chirov
chirov@igrejadafamilia.org.br

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Como fortalecer a família  (Família) escrito em segunda 28 dezembro 2009 00:04

Imagem Google

Um renomado cientista disse certa vez que se houvesse uma guerra nuclear o primeiro que as pessoas fariam depois de passado o perigo seria procurar suas famílias.

Nós, não temos como deixar de observar a variedade de famílias em nossas congregações.

As famílias são importantes para nos ensinar e são importantes para Deus. Os Testemunhos nos dizem que os lares cristãos que vivem de acordo com o plano de Deus são Seus agentes mais eficazes para o avanço de Sua obra. Nossas famílias são símbolos da família celestial, para serem mostradas ao mundo, e para servirem de lições objetivas de como são as famílias que amam a Deus e guardam Seus mandamentos.

A história mostra o surgimento e queda de grandes sociedades antigas como as de Roma, Grécia e Egito. Quando as sociedades estavam no pico do poder e da prosperidade, as famílias eram fortemente estabelecidas e valorizadas. Quando a vida familiar enfraquece, não é valorizada e torna-se extremamente individualista, a sociedade começa a se deteriorar e fragmentar.

O coração da comunidade, da igreja e da nação é o lar. O bem-estar da sociedade, o sucesso da igreja e a prosperidade da nação dependem das influências do lar. A qualidade da vida familiar é extremamente importante para nossa felicidade e saúde mental como indivíduos.

Nos anos recentes a importância e estilo de vida da família e do lar têm sido questionados, mas a ação do pêndulo do mundo está passando para trás a importância de famílias fortes, que conhecem quais são as raízes da nação. Se esse for o caso, certamente nossa igreja deve tomar a posição de liderança na promoção de famílias cristãs fortes.

Muitos de nós não tivemos modelos ideais de como deveria ser a família cristã; então como podemos aprender? O modelo mais positivo que possuímos é a Palavra. Na verdade, é o único modelo verdadeiro e seguro. É a forma escolhida por Deus para transmitir Sua vontade a nossas famílias.

Interessei-me pelos resultados de um estudo realizado pelo Family Strengths Research Project (Projeto de Pesquisa do Poder da Família), em Oklahoma. O Cooperative Extension Service (Serviço de Extensão Cooperativa) auxiliado pelo agente do Home Economic Extension Service (Serviço de Extensão da Economia do Lar), em cada cidade de Oklahoma, trabalharam juntos para recomendar o que considero famílias especialmente fortes. Armados com materiais de diretrizes e de antecedentes, as famílias foram entrevistadas de forma abrangente.

Após o extenso material ter sido analisado, seis qualificadores se destacaram os quais pareciam exercer papel muito importante no fortalecimento e felicidade dessas famílias.

Se essas famílias foram consideradas como as mais destacadas em Oklahoma (essas tendência parecem ser as mesmas em um estudo nacional agora em andamento), então talvez deveríamos tirar tempo para examiná-las.

1. Passar tempo juntos – famílias que realizavam muitas atividades juntos. Esse tempo passado juntos não ACONTECIA POR ACASO. Eles FAZIAM acontecer. Mantinham-se unidas em todas as áreas da vida: refeições, recreação, culto e trabalho.

2. Bons modelos de comunicação – Passavam tempo conversando e ouvindo com atenção. O bom ouvinte transmite respeito. Se você me ouve, então eu o ouço. Em um dos seminários que realizei, sugeri uma forma de ajudar as pessoas a realmente ouvirem o que você diz, caso sinta que esse não está sendo o caso. Escreva uma nota e expresse seus sentimentos e então peça a seu cônjuge para ler essa nota quando você não estiver presente, dando-lhe assim atenção total. Após a reunião um senhor me procurou para me agradecer e dizer que iria tentar esse recurso. Ele disse: “Minha esposa nunca escuta o que eu digo; sinto como se ela estivesse falando com outra pessoa ao telefone e acenasse com a cabeça para mim dizendo: ‘sim, ouvi, continue ..., mas prossegue falando com a outra pessoa”. Ouvir é uma parte muito importante da boa comunicação.

3. Compromisso – Palavra impopular nestes dias. A maioria das pessoas não está disposta a comprometer-se de forma alguma, porém, essas famílias estavam profundamente comprometidas a promover a felicidade e bem-estar uns dos outros. Quando a vida se torna tão agitada que os membros da família sentem que não estão passando muito tempo juntos o quanto deveriam, sentam-se e preparam uma relação de atividades nas quais todos possam estar envolvidos. Com percepção crítica organizam as prioridades a fim de reservarem mais tempo livre para a família.

4. Elevado grau de orientação religiosa – Isso harmoniza com a pesquisa realizada nos últimos 40 anos, que demonstra relacionamento positivo entre a religião e a felicidade conjugal e relacionamentos bem-sucedidos na família. O compromisso se torna mais profundo ao freqüentarem a igreja e participarem das atividades religiosas. É o compromisso para com o estilo de vida espiritual. Este é descrito como a conscientização de Deus que lhes concedeu senso de propósito e de apoio e fortalecimento mútuos. Essa noção de comunicação com o Poder superior ajuda-os a serem mais pacientes uns com os outros, mais perdoadores, mais prontos a eliminarem a ira, mais positivos e mais incentivadores em seus relacionamentos. Em outras palavras, simplesmente viver o cristianismo na prática diária!

5. Capacidade de enfrentar as crises de forma positiva – As crises são tratadas de forma construtiva. De alguma forma conseguem ver na situação mais negra algum elemento positivo, não importa o quão diminuto seja e concentram-se nele. Aprendem a confiarem e a contarem uns com os outros. Eles se unem e não permitem que a crise os fragmentem.

6. Admiração – Essas famílias expressam muita admiração uns pelos outros. Eles se edificam psicologicamente e dão uns aos outros muitas impressões positivas. Não há quem não aprecie estar na companhia de alguém que o ajude a se sentir bem consigo mesmo! Algumas vezes o marido prefere o ambiente do trabalho porque seus colegas o fazem se sentir melhor em relação a si mesmo do que sua esposa – sente-se mais respeitado. Infeliz-mente, a esposa não tem essa mesma possibilidade do marido e se ele não demonstrar apreciação por ela sua auto-estima míngua e morre. O filho, muitas vezes prefere passar tempo com seus colegas porque estes não o criticam da forma que seus pais fazem. A afirmação pode ser um jogo divertido na família. Tente fazer isso no culto familiar. Cada um tece algum elogio a outro membro da família. Recentemente fizemos isso em nossa família – com nossos filhos adultos, netos – e fomos profundamente tocados.

Creio que podemos encontrar esses seis princípios na Palavra de Deus. Apreciaria convidar cada um de vocês a fazerem um novo compromisso hoje, de reorganizar seus valores e prioridades a fim de que nossas famílias sejam verdadeiramente “famílias de Deus”.

Extraído de Preacher’s Kids

Fonte: www.montesiao.pro.br

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O que a Bíblia Diz sobre o Natal?  (Festas Pagãs) escrito em terça 22 dezembro 2009 23:05

Nada. O Natal não é mencionado nenhuma vez nas Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus. Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de interesses egoístas.

As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente, a Bíblia não dá aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do ano.

Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6).  Ele é o Rei, não só dos judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20). Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de honra e adoração (Apocalipse 5:8-14).

Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22). Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31;  2 Coríntios 5:9-10).

Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade dele!

-por Dennis Allan
Fonte: www.estudosdabiblia.net

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ADRESSA BARRAGANA  (Testemunho de Poder) escrito em sexta 20 novembro 2009 16:45

A  Pequena GRANDE MOSSIONÁRIA!

Uma Loção de Vida para todos nós!!!!

Fonte: Youtube.com

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